A Missa de Paulo VI é católica. Ponto.

Este e-book é um golpe decisivo contra as falácias que atacam a liturgia reformada. Com clareza, vigor e profundidade teológica, o autor desmonta uma a uma as acusações de que a Missa Nova seria “protestantizada”, “causa da crise da fé” ou “menos sagrada”. Tudo é analisado sob a luz da história, da doutrina e dos fatos – e desmorona.

Em Defesa da Missa Nova (E-book Digital)

Por que ler
este e-book?

Receba respostas claras às principais objeções contra a Missa Nova.

Entenda a verdade histórica sobre a liturgia católica.

Reforce sua fé com argumentos teológicos sólidos.

Tenha em mãos um guia para defender a unidade da Igreja.

Conheça o sumário do e-book

  1. Introdução – Por que este livro é necessário?

Artigo I – A Missa codificada por São Pio V não é “Missa de sempre”

Artigo II – A falácia do “tavolino”

Artigo III – A confusão entre rito e sacramento: “Missa Nova” vs. “Missa de Sempre”

Artigo IV – Que nome usar, afinal?

Artigo I – O que o Concílio realmente pediu (Sacrosanctum Concilium)

Artigo II – Reforma litúrgica e desenvolvimento orgânico

Artigo III – A autoridade papal e a promulgação do Missal de Paulo VI

Artigo I – O sacrifício de Cristo no Missal de Paulo VI

Artigo II – Participação ativa: essência, não ativismo

Artigo III – A teologia do Mistério Pascal: o coração da reforma litúrgica

Artigo I – A farsa da “Missa protestantizada”

Artigo II – O mito da ruptura com a Tradição

Artigo III – “Menos sagrada”? A verdade sobre a beleza e a reverência

Artigo I – O lugar do Missal de 1962 na vida da Igreja

Artigo II – A falsa oposição entre os dois Missais

Artigo III – O risco da ideologização litúrgica

Artigo I – A profundidade espiritual do Missal de São Paulo VI

Artigo II – Uma liturgia que educa o coração para a santidade

Artigo III – Uma liturgia aberta à ação do Espírito Santo

Artigo IV – O Ofertório do Missal de Paulo VI: sacrifício em chave pascal

Artigo I – Formas tradicionais na execução do rito: usos permitidos, mas esquecidos

Artigo II – O canto litúrgico: entre a tradição sacra e a banalização musical

Artigo III – Intransigência contra os abusos litúrgicos: obediência ao que a Igreja realmente manda

Artigo IV – O direito à comunhão de joelhos e na boca

Artigo V – Ars celebrandi: o porte hierático que revela o mistério

Artigo VI – O mútuo enriquecimento dos dois ritos: reforma, não revolução

Artigo VII – Reforma da Reforma: o progresso legítimo da liturgia

Artigo I – “A Igreja só perdeu fiéis depois da Missa Nova”

Artigo II – “A Missa antiga é blindada contra abusos”

Artigo III – “Todos os santos se santificaram com a Missa antiga”

Artigo IV – “Onde se celebra a Missa Antiga, as igrejas lotam; onde se celebra a Missa Nova, estão vazias”

Artigo V – “A Missa Nova não produz vocações”

Artigo VI – “A Missa Nova foi imposta e rejeitada pelo povo”

Artigo VII – “A Missa Nova é feia, pobre, sem arte”

Artigo VIII – “O Novus Ordo promoveu a crise da fé porque é antropocêntrico”

Artigo IX – “A Missa Nova destruiu a tradição litúrgica da Igreja”

Artigo X – “A Missa Nova é a causa de todas as crises da Igreja”

Artigo XI – “Com a Missa Nova, desapareceu o senso do sagrado”

Artigo XII – “A Missa Nova não converte ninguém”

Epílogo – Contra uma sacramentária infantil e supersticiosa

Formato: Digital (PDF) – Recebimento imediato no seu e-mail

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